quinta-feira, 9 de março de 2017

[Lançamento] Nova Edição de "O Céu Está em Todo Lugar", de Jandy Nelson

     Editora Novo Conceito altera a capa de "O Céu Está em Todo Lugar" em uma nova edição.


     Jandy Nelson é uma autora incrível. Seu estilo narrativo é único e proporciona inúmeras sensações aos seus leitores. No Brasil, a autora tem dois romances publicados: "O Céu Está em Todo Lugar" e "Eu Te Darei o Sol". E o primeiro acaba de ganhar uma segunda edição com uma nova capa.

     Li "O Céu Está em Todo Lugar" no ano passado (você pode conferir a resenha, clicando aqui) e comprovei a genialidade da autora. Aliás, não vejo a hora de ler um novo livro de Jandy Nelson. E não entendo como as produtoras de filmes ainda não se interessaram em adaptar suas obras para o cinema. 

     A nova edição de "O Céu Está em Todo Lugar", que está em fase de pré-lançamento na editora Novo Conceito, ganhou uma nova capa, que possui o mesmo estilo de "Eu Te Darei o Sol". Achei muito bonita, embora a capa da edição anterior também fosse. Mas confesso que gosto mais da atual, pois possui estilo parecido com o do outro livro da autora. Acho a padronização de modelos de capas algo muito positivo, desde que respeite a singularidade de cada livro. Parece algo contraditório, mas não é. Por exemplo: "Eu Te Darei o Sol" evidencia a palavra "sol" representando-a com um desenho; o mesmo acontece com a nova capa de "O Céu Está em Todo Lugar", em que aparecem desenhos de nuvens em torno do título escrito dentro da figura de um coração.

     "O Céu Está em Todo Lugar" é uma empolgante história que fala sobre a perda de um ente querido e a difícil tentativa de superá-la, além das relações familiares, a descoberta de um novo amor e as indecisões em relação ao coração.



Informações


Título original: The Sky is Everywhere
Autor (a): Jandy Nelson
Tradução: Marsely de Marco Martins Dantas
Editora: Novo Conceito
Ano: 2017
Páginas: 384


Sinopse


     Lennie acabou de perder a irmã mais velha abruptamente; em um dia, Bailey estava lá, se aprontando para interpretar a Julieta na peça da escola, e no outro ela não está mais.

     O luto de Lennie é uma coisa complicada, cheia de agonia e negação, e a vida dela, antes resumida a ser a sombra de Bailey, de repente se torna um painel solar. Lennie nunca soube lidar com a realidade sem a irmã por perto. Não conhece um mundo em que Bailey não está na cama ao lado da sua, em que seus comentários não serão respondidos por ela. As irmãs cresceram juntas no abandono da mãe, na esquisitice da família, e agora só existe a Lennie. Não bastasse isso, tendo que lidar com a repentina solidão, Lennie descobre que está se apaixonando; como pode se apaixonar quando o corpo da irmã nem esfriou no túmulo?!

     Este romance é uma celebração do amor, também um retrato da perda. A luta de Lennie para encontrar sua própria melodia em meio ao ruído que a circunda é sempre honesta, porém hilária e, sobretudo, inesquecível.


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