quinta-feira, 16 de março de 2017

[Lançamento] "Um Menino em um Milhão", por Monica Wood

Um milhão de emoções no comovente livro de Monica Wood!


     Fiquei tão empolgado com o lançamento de "Dois a Dois", do Nicholas Sparks, que até ignorei as demais novidades da editora Arqueiro. E uma delas é o romance de Monica Wood, "Um Menino em um Milhão".

     Quando pesquisei mais informações sobre o livro, fiquei surpreso. Ao ler apenas a sinopse, já concluí que se trata de uma história extremamente emocionante, daquelas que deixam nossos sentimentos abalados após a leitura.

     Não pensei duas vezes em adicioná-lo na minha lista de leituras. Até porque, acredito eu, que nunca tenha lido um romance com uma história parecida com essa. Não quero criar expectativas - detesto fazer isso -, mas não consigo. Algo me diz que estamos diante de uma história, no mínimo, admirável.



Informações


Título original: The One-in-a-Million Boy 
Autor (a): Monica Wood
Tradução: Marcelo Mendes
Editora: Arqueiro
Lançamento: 03/04/2017
Páginas: 352



Sinopse


     Quinn Porter é um guitarrista de meia-idade que nunca conseguiu deslanchar na carreira. Enquanto aguardava sua grande chance na música, foi um marido e pai ausente, e jamais conseguiu estabelecer um vínculo afetivo com o filho, uma criança obcecada pelo Livro dos Recordes e algumas peculiares coleções.

     Quando o menino morre inesperadamente, alguém precisa substituí-lo em sua tarefa de escoteiro: as visitas semanais à astuta Ona Vitkus, uma centenária imigrante lituana.

     Quinn assume então o compromisso do filho durante os sete sábados seguintes e tenta ajudar Ona a obter o recorde de Motorista Habilitada Mais Velha. Através do convívio com a idosa, ele descobre aos poucos o filho que nunca conheceu, um menino generoso, sempre disposto a escutar e transformar a vida da sua inusitada amiga. Juntos, os dois encontrarão na amizade uma nova razão para viver.


     Um Menino em um Milhão é um livro sensível, poético e bem-humorado, formado por corações partidos e aparentemente sem cura, mas unidos por um elo de impressionante devoção pessoal.

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